Quantos anos tem que nós nos casamos ???

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O Tempo Passa ...

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Romântico é uma espécie em extinção !






















Românticos são poucos
Românticos são loucos
Desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro
É o paraíso...
Românticos são lindos
Românticos são limpos
E pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha
E sem juízo...
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos
Vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo
De outra desilusão...
Romântico
É uma espécie em extinção!
Romântico
É uma espécie em extinção!
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro
É o paraíso...
Românticos são lindos
Românticos são limpos
E pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha
E sem juízo...
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos
Vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo
De outra desilusão...
Romântico
É uma espécie em extinção!
Romântico
É uma espécie em extinção!
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Como eu!
Românticos são loucos
Românticos são poucos
Como eu! Como eu!



Claudia Lins
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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Nem Morta




Eu só fico em teus braços
Porque não tenho forças
Prá tentar ir a luta
Eu só sigo os teus passos
Pois não sei te deixar
E esse idéia me assusta...
Eu só faço o que mandas
Pelo amor que é cego
Que me castra e domina
Eu só digo o que dizes
Foi assim que aprendi
A ser tua menina...
Prá você falo tudo
No fim de cada noite
Te exponho o meu dia
Mas que tola ironia
Pois você fica mudo
Nesse mundo só teu
Cheio de fantasias...
Eu só deito contigo
Porque quando me abraças
Nada disso me importa
Coração abre a porta
Sempre que eu me pergunto
Quando vou te deixar
Me respondo:
Nem Morta!



Claudia Lins
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segunda-feira, 28 de março de 2011

MENTES TÃO BEM ♫



MENTES TÃO BEM ♫

Me promete amor sincero, uma vida inteira
Que com você o meu inverno vira primavera
Vive me jurando estar apaixonado
Prometeu o mundo e nunca me deu nada
Você não cumpre nada
Que se eu seguir o seu caminho chegarei ao céu
Eu vou provando o gosto amargo do seu doce mel
Na mentira das palavras entro no seu jogo
Procurando água, só encontro fogo
E queimo nesse fogo
Quando você fala tão apaixonado
"Meu amor, eu sempre estarei contigo"
Olho nos seus olhos, me emociono e choro
Sei que é mentira, mas me sinto viva
Mesmo sendo falso o ar, sinto que respiro
Mentes tão bem
Que parece verdade o que você me fala
Vou acreditando
Mentes tão bem
Que até chego a imaginar
Que não quer me enganar
Que me ama de verdade
Mentes tão bem
Não me ama de verdade
Você mente tão bem...


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Sent from my iPad
Claudia Lins


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(Claudia Lins)

Saudade, palavra triste...

Saudade palavra triste
Que traduz tanto amargor
Saudade é como se fosse
Espinho cheirando a flor...






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(Claudia Lins)

quarta-feira, 23 de março de 2011

Resposta dele, Aniversario de Casamento ...

Oi Amor



Feliz Aniversario de Casamento, pra vc tb
Pensando bem está bem resumido o que é a vida do homem, de quase todos os homens.
Topo aproveitar a vida com vocês e curtir muito as nossas netinhas.
beijos



TE AMO
Celso





(fotos tiradas no Arpoador, Rio de Janeiro)
22 de março de 2011

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(Claudia Lins)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Aniversario de Casamento

Oi AMOR
Feliz Aniversario de Casamento!
22 de março de 2011



"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido". Por Dalai Lama

Vamos aproveitar bem a nossa vida, hoje e sempre!
Bjs
TE AMO!



Enviado via iPhone


Claudia Lins
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Eu...




Celso amado,

Eu...
Sou teu ego, tua alma
Sou teu céu, o teu inferno a tua calma
Eu sou teu tudo, sou teu nada
Meu pequeno, és meu amado
Eu sou o teu mundo, sou teu poder
Sou tua vida, sou meu eu em você

Te amo!
Claudinha das candongas


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(Claudia Lins)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Te amo!

Celso e Claudia


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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Luz Antiga



Eu só queria que você cuidasse
um pouco mais de mim
como eu cuido de você
cuidar é simplesmente
olhar pro mundo que você não vê
Pra medir o amor não existe cálculo
1+1 pode não ser 2
Futuro é linda paisagem
desejo que não é sonho é mera ilusão
Se não sabe
se afasta de mim
mas se ainda cabe
me abrace, enfim
Só ligue se tiver vontade
só venha se quiser me ver
Mentir é pura vaidade
de quem precisa se escconder
Será que eu vejo apenas o que você não vê?
eu não entendo como você não consegue perceber?
que eu não sei mais,
eu não sei mais, eu não sei
O sangue é o rio que irriga a carne
e a alma é a terra de um morro
é luz antiga o fim da tarde
dessa saudade sem socorro
Se não sabe
se afaste de mim/
mas antes que seja tarde
nos salve do fim

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Falar ...




Já fui de esconder o que sentia, e sofri com isso. Hoje não escondo nada do que sinto e penso, e às vezes também sofro com isso, mas ao menos não compactuo mais com um tipo de silêncio nocivo: o silêncio que tortura o outro, que confunde. O silêncio a fim de manter o poder num relacionamento.

Assisti ao filme "Mentiras sinceras" com uma pontinha de decepção - os comentários haviam sido ótimos, porém a contenção inglesa do filme me irritou um pouco - mas, nos momentos finais, uma cena aparentemente simples redimiu minha frustração. Embaixo de um guarda-chuva, numa noite fria e molhada, um homem diz para uma mulher o que ela sempre precisou ouvir. E eu pensei: como é fácil libertar uma pessoa de seus fantasmas e, libertando-a, abrir uma possibilidade de tê-la de volta, mais inteira.

Falar o que se sente é considerado uma fraqueza. Ao sermos absolutamente sinceros, a vulnerabilidade se instala. Perde-se o mistério que nos veste tão bem, ficamos nus. E não é este tipo de nudez que nos atrai.

Se a verdade pode parecer perturbadora para quem fala, é extremamente libertadora para quem ouve. É como se uma mão gigantesca varresse num segundo todas as nossas dúvidas. Finalmente se sabe. Mas sabe-se o quê? O que todos nós, no fundo, queremos saber: se somos amados. Tão banal, não?. E, no entanto, esta banalidade é fomentadora das maiores carências, de traumas que nos aleijam, nos paralisam e nos afastam das pessoas que nos são mais caras. Por que a dificuldade de dizer para alguém o quanto ele é - ou foi - importante? Dizer não como recurso de sedução, mas como um ato de generosidade, dizer sem esperar nada em troca. Dizer, simplesmente.

A maioria das relações - entre amantes, entre pais e filhos, e mesmo entre amigos – ampara-se em mentiras parciais e verdades pela metade. Podem-se passar anos ao lado de alguém falando coisas inteligentíssimas, citando poemas, esbanjando presença de espírito, sem alcançar a delicadeza de uma declaração genuína e libertadora: dar ao outro uma certeza e, com a certeza, a liberdade. Parece que só conseguiremos manter as pessoas ao nosso lado se elas não souberem tudo. Ou, ao menos, se não souberem o essencial. E assim, através da manipulação, a relação passa a ficar doentia, inquieta, frágil. Em vez de uma vida a dois, passa-se a ter uma sobrevida a dois.

Deixar o outro inseguro é uma maneira de prendê-lo a nós - e este "a nós" inspira um providencial duplo sentido. Mesmo que ele tente se libertar, estará amarrado aos pontos de interrogação que colecionou. Somos sádicos e avaros ao economizar nossos "eu te perdôo", "eu te compreendo", "eu te aceito como és" e o nosso mais profundo "eu te amo" - não o "eu te amo" dito às pressas no final de uma ligação telefônica, por força do hábito, e sim o "eu te amo" que significa: "seja feliz da maneira que você escolher, meu sentimento permanecerá o mesmo”.

Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimi-la é trabalho para uma vida. Mais que as mentiras, o silêncio é que é a verdadeira arma letal das relações humanas.


(Martha Medeiros)


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